Museu Afro Brasil chega ao Spotify

05 de abril de 2017
Quem é apaixonado por música já conhece o Spotify, um serviço gratuito de streaming (transmissão online de áudio e/ou vídeo através de uma rede de computadores sem necessidade de realizar download dos arquivos), que chegou ao Brasil em 2014 e está presente em 60 países mundo afora, fornecendo acesso à musica para mais 100 milhões de usuários ativos. São mais de 30 milhões de músicas, organizadas em Playlists (listas de músicas para serem tocadas em sequência ou aleatoriamente) que está acessível a qualquer um que tenha acesso um dispositivo (smartphones, tablets, PCs) com internet.

Desde a última semana de março o Museu Afro Brasil chegou ao Spotify, selecionando e disponibilizando 3 playlists muito especiais para inaugurar sua estreia neste universo musical.

A primeira delas, com as músicas preferidas de Sidney Amaral, artista plástico que tem obras no acervo do Museu Afro Brasil e podem ser visitadas no núcleo de Artes Plásticas, no piso superior da instituição.

Sidney trabalha com mármore, resina, porcelana e bronze. Suas obras já participaram de importantes exposições do Museu Afro Brasil e fazem parte do seu acervo. Conheça as músicas preferidas do artista que o inspiram em sua vida e obra e curta as suas músicas favoritas enquanto faz a sua visita (não se esqueça de usar seu fone de ouvido)!

Outra playlist cuidadosamente escolhida foi uma trilha sonora que o escultor Paulo Otavio selecionou para “Movimento Constante – esculturas de Paulo Otavio”, mostra que fica em exposição até o dia 09 de abril de 2017.

A escultura geométrica é a linguagem do artista Paulo Otavio. As formas circulares mostram sua habilidade em construir estruturas cheias de volumes que entram e saem do próprio corpo da obra. Uma imagem que se afasta e se retrai em um Movimento Constante.

E completando esta seleção de estreia, a playlist com as músicas mais famosas de Clementina de Jesus. Sambista fluminense, Clementina tinha um timbre de voz grave, potente e inconfundível, com um repertório de músicas afro-brasileiras tradicionais. A artista faz parte do núcleo História e Memória do Museu Afro Brasil. 

É mais uma novidade do Museu Afro Brasil no mundo da tecnologia, tornando possível que seus visitantes possam conhecer e acessar seu acervo, de outras formas, complementando a experiência de uma (ou várias) visitas que você fizer às exposições e de toda ampla programação cultural disponível para todos os públicos.

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O Museu está aberto o ano todo, com exceção das seguintes datas:

  • 24 e 25 de dezembro
  • 31 de dezembro
  • 1º de janeiro