Feira ÌYÁLỌ́JÀ

Feira Ìyálọ́jà — Marquise Afro está de volta!
No dia 18 de outubro, o Museu Afro Brasil Emanoel Araújo realiza a 2ª edição da Feira Ìyálọ́jà — Marquise Afro, reunindo empreendedores e empreendedoras na Marquise do Museu, no Parque Ibirapuera.
A feira é uma ação de cultura e economia criativa que aproxima o público do Museu de quem produz cultura fora dele. A programação reúne negócios de diferentes segmentos, como artes visuais, artesanato, moda, design, beleza, literatura, decoração, tecnologia, turismo, saúde e bem-estar e gastronomia, criando um espaço de circulação de produtos, saberes, repertórios e novas possibilidades de conexão.
As incrições vão até 13/10.
O nome Ìyálọ́jà, expressão de origem iorubá que significa “mãe do mercado”, faz referência a uma importante liderança das mulheres comerciantes em sociedades iorubás. No Brasil, essa tradição de organização econômica ganhou outras formas nas trajetórias de quitandeiras, ganhadeiras e vendedoras de rua, mulheres negras cuja atuação foi fundamental para a sustentação de famílias e comunidades.
Em sua segunda edição, a Feira Ìyálọ́jà — Marquise Afro integra o programa permanente do Museu voltado ao fomento ao empreendedorismo negro, articulando curadoria, formação, comercialização e conexão entre empreendedores. A iniciativa também amplia a experiência de quem visita o Museu, colocando em diálogo o acervo, a produção cultural contemporânea e os negócios criativos.
Marquise do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo
Parque Ibirapuera — Portão 10
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n — São Paulo (SP)
18 de outubro de 2026, domingo
Das 10h às 17h
Venha conhecer, circular, trocar e apoiar quem faz da criatividade, da cultura e do empreendedorismo caminhos para gerar renda e novas narrativas.
Feira Ìyálọ́jà — Marquise Afro
Museu Afro Brasil Emanoel Araújo
Sobre a Feira
A Feira Marquise Afro é uma ação de cultura e economia criativa do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo. Reúne, na Marquise do Museu, empreendimentos que operam nos setores criativos — artes visuais, artesanato, moda, design, beleza, literatura, decoração, comunicação, marketing, tecnologia, turismo, saúde e bem-estar e gastronomia — e trata a produção cultural como atividade econômica, capaz de gerar trabalho, renda e circulação de repertórios estéticos.
Ao aproximar o público do museu de quem produz cultura fora dele, a feira amplia o alcance do acervo, qualifica a experiência de visita e cria um canal direto de comercialização para pequenos negócios criativos.
Esta edição recebe o nome de Ìyálọ́jà, expressão iorubá que significa “mãe do mercado”. Trata-se de título de chefia atribuído à liderança das mulheres comerciantes, escolhida por suas pares e reconhecida pela autoridade local, cargo ainda vigente em cidades nigerianas. No Brasil, essa forma de organização econômica foi reinventada por quitandeiras, ganhadeiras e vendedoras de rua, cuja atuação sustentou famílias e comunidades negras e antecede o que hoje se chama de economia criativa.

